A edição de março da revista O Setor Elétrico trouxe um fascículo sobre como a inteligência artificial e a digitalização estão redefinindo os padrões de eficiência e segurança no setor energético. Um dos destaques é o artigo “Engenharia Sistêmica: Smart Grid, a espinha dorsal do futuro do setor elétrico brasileiro”, escrito em colaboração pelo Rodrigo Régis, diretor do Cepel, e Leo Almeida, líder da área de Energy & Industries no Google, nas páginas 26 a 29.
O texto propõe uma mudança de paradigma em que o setor elétrico brasileiro, antes focado prioritariamente na expansão física (usinas e linhas), agora precisa focar na coordenação inteligente dessa rede para garantir a segurança sistêmica.
Destaques do artigo:
- Smart Grids como espinha dorsal: As redes inteligentes são apresentadas como o motor que permite monitorar, comunicar e agir em tempo real, transformando a infraestrutura física em um sistema adaptativo.
- Os quatro pilares da transformação: A análise detalha como a integração entre IoT (Internet das Coisas), Governança de Dados, Inteligência Artificial e Cooperação Sistêmica permite a evolução para redes elétricas autônomas (self-healing grids).
- Evidência no PDE 2035: O Plano Decenal de Expansão de Energia 2035 reforça que a complexidade operacional da próxima década exige flexibilidade e orquestração fina de recursos distribuídos e armazenamento.
A participação do Cepel no artigo reafirma o nosso protagonismo no desenvolvimento das ferramentas que sustentam essa “base informacional” do país. O desenvolvimento de modelos de alta tecnologia, simulações computacionais e o foco em engenharia sistêmica são os vetores que permitem ao Brasil transformar essa complexidade em estabilidade energética.
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