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CPAMP valida programas computacionais SUISHI e CONFINT

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CPAMP valida programas computacionais SUISHI e CONFINT

20-12-2016

A CPAMP – Comissão Permanente para Análise de Metodologias e Programas Computacionais do Setor Elétrico validou os programas computacionais SUISHI e CONFINT, pertencentes à cadeia de modelos energéticos desenvolvidos pelo Cepel, no âmbito do Departamento de Otimização Energética e Meio Ambiente (DEA).

Com relação ao modelo SUISHI - Modelo de Simulação a Usinas Individualizadas em Sistemas Hidrotérmicos Interligados, ao longo de 2015 e 2016 o modelo passou por quatro processos de validação no âmbito do Grupo de Trabalho "Questões Metodológicas associadas aos Modelos Computacionais de Expansão e Operação” (GT7/CPAMP). Coordenado pelo Cepel, o GT conta também com a participação do Ministério de Minas e Energia (MME), Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

 

 

 

Em 2015, o SUISHI teve os seus modos de simulação para cálculo de energia firme e de simulação hidrotérmica validados, dando origem à versão 9 do modelo. Após concluído o processo de validação, a recomendação do GT7/CPAMP foi a utilização da versão 9 do SUISHI em estudos de planejamento da expansão e da operação, e em estudos oficiais que requeiram autorização do poder concedente, incluindo os processos de dimensionamento de usinas hidrelétricas, os processos de revisão ordinária, ou extraordinária, de garantia física de energia das usinas hidrelétricas, assim como o processo de cálculo de garantia física de energia de novas usinas hidrelétricas.


Em 2016, as versões 10 e 11 do modelo SUISHI também foram validadas no âmbito do GT7/CPAMP. A versão 10 trouxe uma atualização das regras especiais de operação das usinas localizadas na bacia do rio Paraíba do Sul segundo o estabelecido na Resolução Conjunta ANA/DAEE/IGAM/INEA nº 1382, de 07 de dezembro de 2015. Já a versão 11 trouxe a representação de mais de um reservatório equivalente de energia em cada subsistema/submercado, a possibilidade de se considerar o acoplamento hidráulico entre REEs e aperfeiçoamentos na interface gráfica do modelo SUISHI, que passou a ser multiplataforma.


Os pesquisadores Fábio Rodrigo Siqueira Batista, Luis Fernando Cerqueira da Silva, Luiz Guilherme Marzano e Maria Elvira Maceira compõem a equipe do projeto.

 

Com relação ao modelo CONFINT - Modelo para Análise de Confiabilidade de Sistemas Hidrotérmicos Interligados, seu processo de validação no âmbito do GT7/CPAMP ocorreu durante o ano de 2016.

 

O modelo CONFINT tem como objetivo avaliar a confiabilidade multi-área de sistemas hidrotérmicos interligados, considerando a perda de potência pelo deplecionamento dos reservatórios, saídas forçadas de unidades geradoras, manutenção programada, curva de carga do sistema, além de falhas e limites de capacidade nos intercâmbios de potência entre os diversos subsistemas ou regiões interligadas.


Após concluído o processo de validação, a recomendação do relatório do GT7/CPAMP foi a utilização da versão 6.0 do CONFINT para avaliação da confiabilidade de atendimento à curva de carga do sistema, em estudos de planejamento da expansão, e em estudos oficiais que requeiram autorização do poder concedente.


Na versão 6.0 do CONFINT, foi introduzida a funcionalidade do cálculo de carga crítica de potência do sistema, que se caracteriza como a maior carga de potência que uma configuração consegue atender, sem que um dado critério de garantia de suprimento de potência seja violado.


Os pesquisadores Thatiana Conceição Justino, Luiz Guilherme Marzano e Maria Elvira Maceira compõem a equipe do projeto.