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Seminário discute resultados de pesquisa na área de Corrosão

19-06-2017

A equipe de Corrosão do Cepel realizou, em maio, a primeira edição dos “Seminários MA2” [em menção ao Laboratório de Corrosão do Centro, conhecido por MA2] com o objetivo de compartilhar os resultados técnicos dos principais estudos elaborados nos anos de 2015 e 2016.

 

Os seminários integram as atividades do Subgrupo Corrosão, criado em 2016 no âmbito do Grupo Temático de Laboratórios (GTL) da Comissão de Política Tecnológica (CPT) da Eletrobras e gerenciado pela equipe de Corrosão do Cepel: pesquisadores Alberto Ordine, Cristina Amorim, Elber Bendinelli, do Departamento de Materiais, Eficiência Energética e Geração Complementar (DME), e o técnico Marcos Sá, do Departamento de Laboratórios do Fundão (DLF).

 

 

De acordo com Ordine, o Subgrupo conta com a participação do corpo técnico da holding, Furnas, Eletronorte, Chesf, Eletrosul, Eletronuclear e Itaipu. “Por meio do Subgrupo, é possível aprimorar a comunicação, desenvolver pesquisas, compartilhar resultados, atualizar as empresas Eletrobras sobre tecnologias de proteção anticorrosiva mais refinadas e gerar trabalhos na área de corrosão mais ajustados às demandas do setor elétrico”.

 

Participaram do seminário representantes da Eletrobras e de Furnas, além de corpo técnico do Cepel, em especial das áreas de Materiais e de Análises Químicas. Para compartilhar os resultados com os integrantes do Subgrupo das empresas Eletrobras sediadas fora do Rio, foram disponibilizados áudios das apresentações.

 

No decorrer do evento, foram apresentados oito trabalhos desenvolvidos no Cepel, sendo quatro deles inéditos e, à época, não publicados. Os temas dos trabalhos já publicados em congressos nacionais e internacionais versaram sobre pintura anticorrosiva, desempenho de materiais, preparação de superfície, análise de falhas prematuras por corrosão, e manutenção de estruturas enterradas - em todos os casos, com aplicação ou ocorrência no setor elétrico, frutos de pesquisa experimental aplicada para atender às necessidades do setor.

 

Para Maurício Lisboa, chefe do Departamento de Laboratórios do Fundão, tão importante quanto a qualidade dos trabalhos apresentados no seminário, foi assistir às palestras de ex-estagiários [Caroline Reis e Jorge Felipe Pontes] e futuros bolsistas dos laboratórios de Corrosão e da bolsista Pamella de Campos, da área de Metalografia.

 

“Ao apresentarem com tamanha desenvoltura e conhecimento os trabalhos conduzidos por eles sob supervisão do Alberto Ordine, da Cristina Amorim, do Elber Bendinelli e do Bruno Cardoso, percebemos, mais uma vez, o papel exitoso do Cepel, que, além de desenvolvedor de tecnologia de ponta no tema Corrosão, é formador de novos pesquisadores para o país”, destaca Lisboa.

 

A este respeito, Cristina Amorim complementa: “o evento permitiu aos estagiários e bolsistas presentes vislumbrarem onde os resultados obtidos podem ser aplicados em situações práticas que ocorrem no setor elétrico”.



Ações previstas

 

Segundo Ordine, dando seguimento às atividades do Subgrupo, estão programadas reuniões e workshops periódicos para compartilhamento de informações a respeito de estudos de corrosão e de desenvolvimento de proteção anticorrosiva aplicadas ao setor elétrico; cursos de capacitação para equipes de projeto e de manutenção das empresas Eletrobras; reuniões presenciais, anuais, e reuniões por videoconferência.

 

“Além disso, no final de 2017, faremos uma segunda edição dos “Seminários MA2”, com apresentação de outros trabalhos. Dois deles foram selecionados para o SNPTEE [Seminário Nacional de Produção e Transmissão de Energia Elétrica], deste ano, e analisam o custo da corrosão para o setor elétrico”, acrescenta Ordine.